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O que é a Fosfoetanolamina?

Um dos assuntos mais comentados dos últimos tempos. Notícias na TV, revistas, internet, pessoas discutindo contra e a favor. Mas, afinal, o que é essa substância?

A fosfoetanolamina, que ficou conhecida popularmente como a pílula do câncer, é a combinação de uma substância bem comum, chamada monoetanolamina e ácido fosfórico. As substâncias combinadas geram então a fosfoetanolamina, que funciona como um marcador de células diferenciadas – sinaliza as células cancerosas para que o sistema imunológico as reconheça e as remova. Porém, o tempo para isso ocorrer e a eficácia, vai variar de acordo com o sistema imunológico de cada paciente. A grande discussão é que muitos afirmam que a Fosfo cura o câncer, o que não é verdade! Ela apenas deixa as células cancerosas mais visíveis, para facilitar a defesa do sistema imunológico.
A substância é estudada e analisada há mais de 50 anos e só agora conseguiram produzi-la com um alto nível de pureza, em grandes concentrações, com fatores bioquímicos específicos, o que melhora muito o seu efeito bio imunomodulador.
Segundo pesquisas, a fosfoetanolamina sintética imita um substância existente no organismo, a fosfodiéster, análogo a um fosfolipídio encontrado em diversas células do corpo, principalmente no leite materno. A partir das pesquisas, foram realizados testes controlados com a fosfoetanolamina sintética. Para que o composto sintetizado seja reconhecido como medicamento, é necessário passar por diversas fases de testes. A fase pré-clínica é onde a substância é testada em células de espécies animais ou em células humanas, cultivadas em laboratório. Em estudos com doenças graves, a toxicidade geralmente é avaliada em um pequeno grupo de pacientes. No Brasil, desde 1996, todos os projetos precisam ser aprovados pela CONEP e, a partir de 1999, também pela Anvisa. Os estudos visam identificar fatores como a menor dose efetiva, a relação dose/efeito terapêutico, a duração do efeito e efeitos colaterais. Para os órgãos regulamentadores, a pílula ainda não apresentou fatores que garantam segurança em seu uso. Portanto, não a reconhecem como um medicamento.

Apesar de hoje ainda ser caracterizada como um suplemento, descobriu-se que ela auxilia em tratamentos agressivos, agindo da seguinte forma: primeiro, passa do trato digestivo para o sistema sanguíneo, chegando então ao fígado. Assim, forma uma reação junto ao ácido graxo (esse ácido é a substância que alimenta, por exemplo, um tumor). Dessa forma é absorvida por células de má formação e sua organela principal chamada de mitocôndria fica prejudicada em sua função. A fosfoetanolamina obriga a mitocôndria a trabalhar, fazendo com que a célula “se denuncie” para o sistema imunológico, que passa a combate-la. Descobrir que pode ser associada a tratamentos agressivos já é um grande avanço para a medicina. Acompanhe nosso blog para mais novidades.

4 Comentários

  1. Mauricio Firmino de Almeida
    Mauricio Firmino de Almeida
    , 2018-02-02

    Conheço a Fosfoetanolamina desde o começo de sua história principalmente quando ela ficou mundialmente conhecida.
    Tenho um Blog que divulga todo o percurso da substância, desde sua divulgação pelos envolvidos e sua luta política para aprovação. Infelizmente vários elos foram dilacerados pela sociedade médica e órgãos governamentais.
    Mas como prometido pelo Dr. Chierice e Meneguelo: não sendo feito aqui, será em qualquer lugar do mundo e assim se deu.
    Parabéns pela iniciativa, pois a Fosfo está mais viva do que nunca. Vou divulgar, se me permitem…
    Muto Obrigado.

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    • Quality Elements
      Quality Elements
      , 2018-02-22

      Olá, Mauricio.

      Obrigado pelo reconhecimento.

      Fique à vontade para divulgar e fortalecer ainda mais o nosso trabalho.

      Equipe Quality Elements.

      Quote
  2. Mauricio Firmino de Almeida
    Mauricio Firmino de Almeida
    , 2018-02-02

    A título de conhecimento. a Fosfo tem um melhor desempenho se consumido, antes, os ácidos graxos, preferencialmente os de cadeia média e consideradas gorduras boas ao corpo que são: o óleo de coco, azeite de oliva puro, óleos de castanhas, óleo de prímula, o óleo contido no abacate, manteiga, etc.

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    • Quality Elements
      Quality Elements
      , 2018-02-22

      Exatamente, Mauricio.

      Quando o indivíduo está com uma alimentação balanceada e sem nenhuma restrição, a absorção acontece perfeitamente.

      Indicamos o uso de alguns óleos para pacientes que estão em algum regime alimentar ou com sistema imune desequilibrado.

      Equipe Qualit Elements.

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